Eis que neste ambiente
Regado de café
Risco num guardanapo
Uma poesia qualquer
Uma poesia qualquer
Uma poesia qualquer
Que caia nas mãos certas
Feito uma rosa dada
A quem se ama demais
E por ter escrito assim
E por ter escrito assim
Tão de repente e cheio
De ilusão e de pudor
É que ela vem sem rimas
E sem mais, despetalo
E sem mais, despetalo
O guardanapo como
Fosse ele a própria rosa.
*Postado originalmente no tópico "Poetas no Orkut's Café" da comunidade "Sociedade dos Poetas Mortos".
*Postado originalmente no tópico "Poetas no Orkut's Café" da comunidade "Sociedade dos Poetas Mortos".

Nenhum comentário:
Postar um comentário